{"id":609,"date":"2017-04-01T11:40:00","date_gmt":"2017-04-01T09:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/04\/01\/e-os-brasileiros-quando-foi-descobriram-a-belgica\/"},"modified":"2017-05-11T15:18:34","modified_gmt":"2017-05-11T13:18:34","slug":"e-os-brasileiros-quando-foi-descobriram-a-belgica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/04\/01\/e-os-brasileiros-quando-foi-descobriram-a-belgica\/?lang=pt-br","title":{"rendered":"E os Brasileiros, quando foi que \u201cdescobriram\u201d a B\u00e9lgica?"},"content":{"rendered":"<p>O mapa do Brasil s\u00f3 ganhou \u201cvida oficial\u201d na segunda metade do s\u00e9culo XVI, atrav\u00e9s do trabalho conjunto do matem\u00e1tico <a href=\"http:\/\/www.histoire-des-belges.be\/quelques-celebrites-belges\/gerard-mercator\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Gerardus Mercator<\/strong><\/a> (Rupelmonde \/ B\u00e9lgica, 1512 &#8211; Duisbourg \/Alemanha, 1594) e do cart\u00f3grafo <a href=\"http:\/\/www.registre-des-arts.com\/litterature\/abraham-ortelius-1527\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Abraham Ortelius<\/strong><\/a> (Antu\u00e9rpia, 1527 &#8211; 1598).<\/p>\n<p>Mas antes disso, diversos animais tipicamente brasileiros j\u00e1 eram vendidos em feiras e muitas mercadorias brasileiras, do pau-brasil ao a\u00e7\u00facar &#8211; agora mais abundante e barato &#8211; entraram no consumo corrente, enquanto se experimentava, em cachimbos, as primeiras pitadas do tabaco brasileiro.<\/p>\n<p>Criavam-se gabinetes de curiosidades como o \u201cMuseo instructissimo\u201d de <strong>Jacobo Plateau<\/strong>, em Tournai, com tatus e colibris e a cole\u00e7\u00e3o do <strong>Duque de Arenberg<\/strong>, especializada em armas e plumas dos \u00edndios.<\/p>\n<p>Artistas como <strong>Hans Bol<\/strong>, <strong>Philippe Galle<\/strong> e <strong>Jan van der Straeten<\/strong> deram asas \u00e0 suas imagina\u00e7\u00f5es, incluindo em seus quadros imagens do que seriam estas \u201cterras distantes\u201d e o naturalista <a href=\"https:\/\/fr.wikipedia.org\/wiki\/Charles_de_L'%C3%89cluse\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Carolus Clusius<\/strong><\/a> inseriu, em 1605, o que ele chamou de \u201cnovidades brasileiras\u201d em sua s\u00edntese enciclop\u00e9dica zool\u00f3gica e bot\u00e2nica chamada Exoticorum libri decem.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fr.wikipedia.org\/wiki\/Jean_de_L%C3%A9ry\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Jean de L\u00e9ry<\/strong><\/a> (La Margelle\/Fran\u00e7a, 1536 &#8211; L\u2019Isle\/Suisse, 1613), grande navegador e escritor franc\u00eas publicou, em 1578 o livro \u201c<a href=\"https:\/\/fr.wikisource.org\/wiki\/Histoire_d%E2%80%99un_voyage_faict_en_la_terre_du_Br%C3%A9sil\/Texte_entier\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Histoire d\u2019un voyage fait en la terre du Br\u00e9sil, autrement dite Am\u00e9rique<\/em>\u201d<\/a>.<\/p>\n<p>Mesmo proibido pela censura, o livro teve larga difus\u00e3o europ\u00e9ia, recebendo mesmo uma tradu\u00e7\u00e3o para o neerland\u00eas em 1597.<\/p>\n<p>Sucesso indiscut\u00edvel, este primeiro livro sobre o Brasil teve 5 reedi\u00e7\u00f5es, todas antes da morte de seu autor, o que representa um fato excepcional para a \u00e9poca.<br \/>\nEntrou em bibliotecas privadas dos Pa\u00edses Baixos meridionais e foi at\u00e9 mencionado, no in\u00edcio do s\u00e9culo XVII, como livro escolar.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-611 size-medium\" src=\"http:\/\/www.pitanga.be\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rouge-Bresil-Jean-Christophe-Rufin-182x300.png\" alt=\"Rouge Br\u00e9sil, Jean-Christophe Rufin\" width=\"182\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rouge-Bresil-Jean-Christophe-Rufin-182x300.png 182w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rouge-Bresil-Jean-Christophe-Rufin.png 250w\" sizes=\"(max-width: 182px) 100vw, 182px\" \/><\/p>\n<p>Neste livro, L\u00e9ry conta sua pr\u00f3pria experi\u00eancia do per\u00edodo em que esteve no Brasil, primeiro com os franceses de Villegagnon, na chamada \u201cFran\u00e7a Ant\u00e1rtica\u201d e posteriormente, expulso com outros protestantes do Forte Coligny, junto aos \u00edndios Tupinamb\u00e1s.<\/p>\n<p>Este relato foi o inspirador de um excelente livro (prix Goncourt 2011) escrito por <strong>Jean-Christophe Rufin<\/strong>, \u201c<em>Rouge Br\u00e9sil<\/em>\u201d, traduzido como \u201cBrasil Vermelho\u201d.<\/p>\n<p>Com a Contrarreforma triunfante nos Pa\u00edses Baixos meridionais, este \u201cprimeiro Brasil\u201d deixou de representar um desafio cultural e foi reduzido \u00e0 algumas interroga\u00e7\u00f5es e \u00e0 meros estere\u00f3tipos aleg\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Confinaram os \u00edndios numa \u201cciranda de plumas\u201d e cuidaram de domesticar as \u201cararas insolentes\u201d como emblema da fidelidade conjugal.<\/p>\n<p>Ainda assim, alguns dan\u00e7arinos brasileiros eram vistos nas ruas das cidades flamengas durante os cortejos e desfiles, e atra\u00edam milhares de espectadores.<\/p>\n<p>Na entrada triunfal do <strong>Arquiduque Ernesto da \u00c1ustria<\/strong> em Antu\u00e9rpia, em 14 de junho de 1594, um cortejo de \u201cbrasileiros emplumados\u201d chamou a aten\u00e7\u00e3o com suas dan\u00e7as exuberantes.<\/p>\n<p>O livro de homenagem os menciona como \u201cBrazilianen\u201d e a gravura mostra uns 14 andando na frente, ao lado de et\u00edopes sobre camelos e precedendo seu rei em cadeirinha.<\/p>\n<p>Os brasileiros somente trajam tangas e dan\u00e7am fazendo muitos movimentos com seus bra\u00e7os, tocando m\u00fasica ou levantando espelhinhos para o rei et\u00edope.<\/p>\n<p>Estes brasileiros, gingando alegremente, se tornaram, por volta de 1600, em pleno per\u00edodo barroco, uma presen\u00e7a muito solicitada em v\u00e1rias festividades.<\/p>\n<p>Em Bruxelas, em 31 de maio de 1615, participaram num carro aleg\u00f3rico do Ommegang (desfile tradicional nas principais cidades flamengas), em homenagem \u00e0 Arquiduquesa Isabela, com um maior requinte indument\u00e1rio.<\/p>\n<figure id=\"attachment_603\" class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 750px\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-603\" src=\"http:\/\/www.pitanga.be\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Denijs-van-Alsloot.jpg\" alt=\"O triunfo da Arquiduquesa Isabella no Omganck de Bruxelas\" width=\"750\" height=\"564\" srcset=\"https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Denijs-van-Alsloot.jpg 1000w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Denijs-van-Alsloot-300x226.jpg 300w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Denijs-van-Alsloot-768x578.jpg 768w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Denijs-van-Alsloot-400x301.jpg 400w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Denijs-van-Alsloot-500x376.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Detalhe do quadro \u201cO triunfo da Arquiduquesa Isabella no Omganck de Bruxelas\u201d Museu do Prado<\/figcaption><\/figure>\n<p>A pintura por <strong>Denijs van Alsloot<\/strong> (antes de 1593-1626) mostra \u201cquatro \u00edndios porta-estandartes ataviados com uma t\u00fanica curta de plumas de diferentes cores e de uma deslumbrante manta de plumas vermelhas, que desce da coifa e cobre suas costas e pernas por inteiro.<\/p>\n<p>Seus estandartes com o monograma IHS, da ordem jesu\u00edtica, parecem simbolizar a expans\u00e3o da religi\u00e3o crist\u00e3 entre os \u00edndios americanos.<br \/>\nNa parte traseira do carro v\u00ea-se sentado um soberano branco, segurando um cetro, que se deixa abanar por um menino africano com um para-sol de plumas avermelhadas.<\/p>\n<p>No meio, uma grande gaiola prende um jovem \u00edndio pag\u00e3o debaixo de um bando de papagaios e araras.<br \/>\nEstes reaparecem em abund\u00e2ncia na decora\u00e7\u00e3o do pano, que cobre a carro\u00e7aria\u201d.<\/p>\n<p>Aos jesu\u00edtas dos Pa\u00edses Baixos meridionais, que tinham frequentes rela\u00e7\u00f5es com o Brasil &#8211; visto como terra de miss\u00e3o e de \u00edndios a vestir &#8211; convinha uma imagem intermedi\u00e1ria, nem escandalosamente nu, nem adornada demais.<\/p>\n<p>Em 1640, festejando o centen\u00e1rio da ordem, os jovens da ret\u00f3rica em Bruges representaram, no seu teatro escolar, temas brasileiros como a figura de <strong>Jos\u00e9 de Anchieta<\/strong>.<\/p>\n<p>Na sua grande igreja de <strong>Francisco Xav\u00e9rio<\/strong>, constru\u00edda em Malines nos anos de 1670, o arquiteto jesu\u00edta integrou, com exuber\u00e2ncia, \u00edndios no programa iconogr\u00e1fico do interior.<\/p>\n<p>O banco de comunh\u00e3o \u00e9 decorado com emblemas de \u00edndios com cocares.<\/p>\n<p>Mostra ainda um mission\u00e1rio, que carrega nas costas um menino \u00edndio.<br \/>\nComo um dos representantes dos quatro continentes, um \u00edndio, de forte bigode e bra\u00e7os musculosos com pulseiras emplumadas, sustenta o p\u00falpito.<\/p>\n<p>Numa s\u00e9rie de pinturas sobre a vida de Francisco Xav\u00e9rio se encontram tamb\u00e9m \u00edndios com cocares reconhec\u00edveis entre a multid\u00e3o extasiada pelo santo.<\/p>\n<p>Esta propaganda em Malines para estimular as miss\u00f5es ao Brasil tamb\u00e9m \u00e9 tribut\u00e1ria do belo livro que o jesu\u00edta antuerpiense <strong>Cornelius Hazart<\/strong> tinha publicado \u201c<a href=\"http:\/\/anet.uantwerpen.be\/digital\/opacehc\/ehc\/dg:ehc:605\/N\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Kerckelycke Historie vande gheheele werelt<\/a>\u201d (\u201cA hist\u00f3ria eclesi\u00e1stica do mundo inteiro\u201d).<\/p>\n<p>No primeiro dos quatro volumes, publicado em 1668, um cap\u00edtulo sobre o Brasil trata de Jos\u00e9 de Anchieta e de tr\u00eas mart\u00edrios de alguns jesu\u00edtas.<br \/>\nTr\u00eas gravuras ilustram o texto.<\/p>\n<p>Em duas se representam \u00edndios perigosos com tangas de plumas, flechas e arco, e na terceira, Anchieta no meio de animais selvagens.<br \/>\nHazart tinha predicado tamb\u00e9m sobre estes temas na igreja jesu\u00edtica de Antu\u00e9rpia e n\u00e3o \u00e9 exclu\u00eddo que, por essa ocasi\u00e3o, se mostraram imagens desses \u00edndios selvagens, por exemplo, em grandes telas de pano.<br \/>\nDesta maneira o Brasil era visualmente presente, at\u00e9 o final do s\u00e9culo XVII, como uma terra onde as fronteiras da civiliza\u00e7\u00e3o podiam ainda avan\u00e7ar.<\/p>\n<p>Assim o pintor <strong>Jan van Kesse<\/strong>l justap\u00f5e no seu painel \u201cAm\u00e9rica\u201d, da s\u00e9rie \u201cOs quatro continentes\u201d, (1666), \u00edndias mais claras e homens negros de cocares \u00edndios.<\/p>\n<figure id=\"attachment_613\" class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 750px\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-613\" src=\"http:\/\/www.pitanga.be\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel-1024x808.jpg\" alt=\"America, Jan van Kessel\" width=\"750\" height=\"592\" srcset=\"https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel-1024x808.jpg 1024w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel-300x237.jpg 300w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel-768x606.jpg 768w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel-400x316.jpg 400w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel-500x395.jpg 500w, https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/America-Jan-van-Kessel.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">(wikipedia commons)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Filhos deste fasc\u00ednio confuso s\u00e3o os dois gigantes tapuias com cocares que se carregam ainda nos cortejos de Dendermonde, os dan\u00e7arinos \u00edndios representando a \u00c1sia na toalha de damasco de Courtrai ou, ainda, o menino \u00edndio com arco e flechas no lustre rococ\u00f3 dos Quatro continentes de <strong>Frans Allaert<\/strong> (1770), do Museu de Arte Decorativa de Gand.<\/p>\n<p>Interessante constatar como a m\u00fasica, a \u201calma dan\u00e7arina\u201d do brasileiro marcou presen\u00e7a desde o in\u00edcio, n\u00e3o \u00e9 verdade?<\/p>\n<p>Mas\u2026 deixemos a continua\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de nossa presen\u00e7a por estas bandas para os pr\u00f3ximos n\u00fameros!<br \/>\nPor ora, cap\u00edtulo encerrado, entre dan\u00e7as e cocares!<br \/>\nOutras tantas dan\u00e7as certamente vir\u00e3o, ao longo desta aventura\u2026<br \/>\nBeijocas mil e at\u00e9 breve!!!<br \/>\nPara quem se interessar em ler\/ assistir o filme dos livros acima citados:<\/p>\n<h2>Vermelho Brasil (filme)<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6IAcEAV7hAM\" width=\"750\" height=\"422\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/h2>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-2'  data-version='5.12.70'><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>A lire aussi<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/06\/01\/ponto-de-partida\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Revista-Emigrar-ponto-de-partida-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/06\/01\/ponto-de-partida\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> Ponto de partida  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >Aproximadamente 5.870 dias\u2026 N\u00e3o parece muito mas l\u00e1 se v\u00e3o 16 anos vividos neste lindo e agrad\u00e1vel Reino chamado B\u00e9lgica, localizado na Europa Ocidental, fronteira cultural entre a Europa germ\u00e2nica e ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  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<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" ><\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/10\/05\/33a-oktoberfest-comeca-nesta-quarta-com-cerca-de-40-tipos-de-chope\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/oktober-feste-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/10\/05\/33a-oktoberfest-comeca-nesta-quarta-com-cerca-de-40-tipos-de-chope\/\" 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href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/07\/01\/primeiro-belga-tupiniquim\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> Primeiro Belga \u201cTupiniquim\u201d\u2026  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >Os Belgas est\u00e3o presentes e ativos no Brasil h\u00e1 muito tempo!\r\n\r\nNo s\u00e9culo XIX, v\u00e1rias col\u00f4nias agr\u00edcolas belgas foram fundadas no Brasil. \r\n\r\n\r\nNossos caros amigos belgas contribuiram muito na constru...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/11\/01\/a-belgica-no-rio-de-janeiro\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Teatro-Municipal-Rio-de-Janeiro-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/11\/01\/a-belgica-no-rio-de-janeiro\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> A B\u00e9lgica no Rio de Janeiro  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >Voc\u00ea \u00e9 do Rio de Janeiro? Sen\u00e3o, voc\u00ea conhece o Rio?\r\nSabemos, s\u00e3o in\u00fameras, tanto e t\u00e3o maravilhosamente descritas as suas belezas naturais!\r\nMontanhas, c\u00e9u, sol, mar\u2026 tudo reunido pela m\u00e3e-natureza ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/div> <style>\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb { background: !important; -webkit-transition: background 0.2s linear; -moz-transition: background 0.2s linear; -o-transition: background 0.2s linear; transition: background 0.2s linear;;color:!important; }\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb:hover{background:#ffffff !important;color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .yuzo_text {color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb:hover .yuzo_text {color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb a{color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb a:hover{color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb:hover a{ color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb{  margin: 2px  0px  2px  0px;   padding: 8px  5px  8px  5px;  }\n\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t<\/style>  <!-- End Yuzo :) --><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mapa do Brasil s\u00f3 ganhou \u201cvida oficial\u201d na segunda metade do s\u00e9culo XVI, atrav\u00e9s do trabalho conjunto do matem\u00e1tico Gerardus Mercator (Rupelmonde \/ B\u00e9lgica, 1512 &#8211; Duisbourg \/Alemanha, 1594) e do cart\u00f3grafo Abraham Ortelius (Antu\u00e9rpia, 1527 &#8211; 1598). Mas &hellip; <a href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/04\/01\/e-os-brasileiros-quando-foi-descobriram-a-belgica\/?lang=pt-br\">Lire la suite\u00ad\u00ad<\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on wp_trim_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on wp_trim_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":607,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"kt_blocks_editor_width":""},"categories":[33],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/609"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=609"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/609\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":617,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/609\/revisions\/617"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/607"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=609"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=609"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=609"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}