{"id":512,"date":"2016-10-01T14:57:29","date_gmt":"2016-10-01T12:57:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/10\/01\/breve-historia-de-pra-ca\/"},"modified":"2016-11-30T17:19:27","modified_gmt":"2016-11-30T16:19:27","slug":"breve-historia-de-pra-ca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/10\/01\/breve-historia-de-pra-ca\/?lang=pt-br","title":{"rendered":"Breve hist\u00f3ria &#8211; de l\u00e1 pra c\u00e1&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>Muito tempo se passou desde que um primeiro papagaio verde foi colocado \u00e0 venda em uma feira em Antu\u00e9rpia, como nos mostra o quadro de Joachim Beuckelaer, datado de 1566.<\/p>\n<p>Logos ap\u00f3s, vieram muitas araras, tucanos, saguis e tatus brasileiros, que enriqueceram as cole\u00e7\u00f5es dos primeiros naturalistas.<\/p>\n<p>Nos quadros de Jan Breughel o Velho (in\u00edcio de s\u00e9culo XVI) se pode observar que estes animais ex\u00f3ticos tamb\u00e9m passaram a fazer parte de muitos lares burgueses, dando um certo prest\u00edgio \u00e0 fam\u00edlia que o possuia.<\/p>\n<p>Em 1584 uma not\u00edcia informou sobre a pris\u00e3o em Antu\u00e9rpia de quatro \u201cBrasiliaenen\u201d, ou brasileiros, Melchior Albares, Anthonio Ghercy, Pedro Borges e Juan Aldres<span class=\"footnote_referrer\"><a role=\"button\" tabindex=\"0\" onclick=\"footnote_moveToReference_512_1('footnote_plugin_reference_512_1_1');\" onkeypress=\"footnote_moveToReference_512_1('footnote_plugin_reference_512_1_1');\" ><sup id=\"footnote_plugin_tooltip_512_1_1\" class=\"footnote_plugin_tooltip_text\">1<\/sup><\/a><span id=\"footnote_plugin_tooltip_text_512_1_1\" class=\"footnote_tooltip\"><\/span><\/span>.<\/p>\n<p>Tendo chegado \u00e0 cidade tarde da noite, encontraram as portas j\u00e1 fechadas pelo hor\u00e1rio de recolher e resolveram entrar pulando o muro.<br \/>\nS\u00f3 foram liberados ap\u00f3s o pagamento de multa de 100 florins, pelos c\u00f4nsules da na\u00e7\u00e3o portuguesa e o devido pedido de desculpas.<br \/>\nOs c\u00f4nsules argumentaram que eram gente simples e ignorante, que nunca estivera em outro lugar sen\u00e3o no Brasil e no mar.<br \/>\nTudo indica que eram mesti\u00e7os, mamelucos ou mesmo \u00edndios, marinheiros de um navio portugu\u00eas procedente do Brasil.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que uma tripula\u00e7\u00e3o semelhante tenha estado em Flandres em viagens anteriores de navios portugueses.<\/p>\n<p>Em Zandvliet, uma pequena cidade perto de Antu\u00e9rpia, j\u00e1 quase fronteira com a Holanda, existe uma \u201cBrazilianenstraat\u201d e refer\u00eancias a uma \u201cgente de pele escura\u201d que vivia l\u00e1 de uma forma meio \u201cselvagem\u201d, em cho\u00e7as e \u201cao deus-dar\u00e1\u201d.<br \/>\nAtribu\u00eda-se sua origem a soldados vindos com o ex\u00e9rcito espanhol no s\u00e9culo XVI.<\/p>\n<p>Existe uma teoria mais plaus\u00edvel que diz tratar-se, na realidade, de emigrantes belgas, que teriam retornado miser\u00e1veis do Brasil, no s\u00e9culo XIX, e teriam se reinstalado em casas abandonadas.<\/p>\n<p>\u00c0 partir de 1807 o Porto de Antu\u00e9rpia abriu-se \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de produtos brasileiros, como o caf\u00e9, a madeira e o couro.<\/p>\n<p>O primeiro \u201ctratado de com\u00e9rcio\u201d firmado entre Brasil e B\u00e9lgica data de 1834, e que teve tamb\u00e9m como fun\u00e7\u00e3o subjacente o reconhecimento \u201ccomercial\u201d da B\u00e9lgica como um reino aut\u00f4nomo.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos esque\u00e7amos de que a B\u00e9lgica foi oficialmente declarada independente dos Pa\u00edses Baixos apenas em 1831!<\/p>\n<p>Levou ainda um certo tempo para que a primeira col\u00f4nia brasileira se estabelecesse na B\u00e9lgica&#8230;<\/p>\n<p>\u00c0 partir de ent\u00e3o, 1834, o Brasil passou a manter um ou mais adidos e um c\u00f4nsul-geral. Alguns destes representantes do governo vieram com fam\u00edlias numerosas.<\/p>\n<p>Esta afirmativa \u00e9 f\u00e1cil de ser comprovada atrav\u00e9s de uma visita ao cemit\u00e9rio de Laken.<br \/>\nL\u00e1 est\u00e3o os jazigos das fam\u00edlias Souto Maior, Ipanema de Barros e Moreira Barros.<\/p>\n<p>Evidentemente estas fam\u00edlias, habituadas que eram a um n\u00edvel s\u00f3ciocultural elevado, recebiam v\u00e1rios viajantes e artistas brasileiros tais como o pintor Manuel de Ara\u00fajo Porto-Alegre e o poeta Domingos Gon\u00e7alves Magalh\u00e3es, que excursionaram pela B\u00e9lgica por volta de 1837.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, foi na B\u00e9lgica que este poeta &#8211; Domingos Gon\u00e7alves &#8211; \u00a0concluiu o seu drama-rom\u00e2ntico em verso, considerado a primeira obra do teatro brasileiro e publicado em 1838, \u201cAntonio Jos\u00e9 ou o Poeta e a Inquisi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Os estudantes \u00a0brasileiros sempre foram uma presen\u00e7a importante na B\u00e9lgica, desde os tempos do Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>Entre 1835 e 1914 matricularam-se cerca de 700 brasileiros, dos quais 237 na Universidade Livre de Bruxelas, 217 na Universidade de Gand, 100 na Universidade de Li\u00e8ge, 68 na Universidade de Lovaina, 37 na Faculdade de Agronomia de Gembloux, 5 na Universit\u00e9 Nouvelle de Bruxelles \u2013 uma dissid\u00eancia tempor\u00e1ria da Universidade Bruxelas \u2013, e 2 no Instituto Superior de Com\u00e9rcio de Antu\u00e9rpia.<\/p>\n<p>Estes permaneciam apenas durante um tempo limitado. Tinham pressa em retornar, visto que o clima e cultura muito diferentes n\u00e3o serviam de estimulante para a perman\u00eancia dos brasileiros.<\/p>\n<p>Em sua primeira viagem \u00e0 Europa em 1912, o escritor, jornalista e pol\u00edtico brasileiro Gilberto Amado &#8211; primo de Jorge Amado &#8211; se surpreendeu, com uma dezena de seringueiros da Amaz\u00f4nia num restaurante de Ostende, vestidos de branco, \u201cfestejando com bonitas mulheres nos joelhos\u201d.<\/p>\n<p>No mesmo balne\u00e1rio, um certo casal Asseloos anunciava o ensino da \u201cmaxixe br\u00e9silienne\u201d<span class=\"footnote_referrer\"><a role=\"button\" tabindex=\"0\" onclick=\"footnote_moveToReference_512_1('footnote_plugin_reference_512_1_2');\" onkeypress=\"footnote_moveToReference_512_1('footnote_plugin_reference_512_1_2');\" ><sup id=\"footnote_plugin_tooltip_512_1_2\" class=\"footnote_plugin_tooltip_text\">2<\/sup><\/a><span id=\"footnote_plugin_tooltip_text_512_1_2\" class=\"footnote_tooltip\"><\/span><\/span>.<\/p>\n<p>A festa acabou com a invas\u00e3o das tropas alem\u00e3s em agosto de 1914, quando os diplomatas redigiram uma lista com os nomes de uns 400 brasileiros que deveriam deixar a B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>No p\u00f3s-guerra a presen\u00e7a brasileira se reativou, primeiro na \u00e1rea cultural, promovida por uma tal \u201cUnion Brasilo-Belge\u201d, fundada em 01 de janeiro de 1951, ainda existente.<br \/>\nNesse mesmo ano houve a estr\u00e9ia aqui do maestro Eleazar de Carvalho no \u201cPalais des Beaux-Arts de Bruxelles\u201d.<\/p>\n<p>Magda Tagliaferro, pianista franco-brasileira considerada uma das 20 melhores do mundo fez, em 1952, uma turn\u00ea belga e participou do j\u00fari do \u201cConcours Reine Elisabeth\u201d.<\/p>\n<p>Heitor Villa-Lobos dirigiu, em 1958, a orquestra belga na inaugura\u00e7\u00e3o do Pavilh\u00e3o do Brasil na \u201cExposition Universelle\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Villa-Lobos, j\u00e1 mundialmente reconhecido pelos amantes da boa m\u00fasica, a Expo 58 permitiu descobrir artistas do porte de C\u00e2ndido Portinari e C\u00edcero Dias.<\/p>\n<p>O \u201cPalais des Beaux-Arts\u201d mostrou Burle Marx, em 1957 e Lasar Segall, em 1960.<\/p>\n<p>Foi em parte uma troca, um retorno \u00e0s participa\u00e7\u00f5es belgas na Bienal de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Este importante apre\u00e7o cultural m\u00fatuo levou, em 1960, \u00e0 assinatura de um \u201cacordo cultural\u201d.<\/p>\n<p>Nesta mesma \u00e9poca os belgas come\u00e7aram a descobrir o futebol brasileiro nos encontros do Botafogo e do Santos com o Anderlecht e o Beerschot.<\/p>\n<p>Mesmo se j\u00e1 nos anos 80 v\u00e1rios jogadores de futebol foram contratados por clubes belgas, s\u00f3 por volta de 1990 a presen\u00e7a brasileira come\u00e7ou a se tornar realmente vis\u00edvel.<\/p>\n<p>Em 1973, um grupo de cerca de 40 refugiados brasileiros que viviam no Chile encontraram na B\u00e9lgica o ref\u00fagio desejado, ap\u00f3s o golpe dado contra o presidente Allende.<\/p>\n<p>Retorno dos estudantes, a partir dos anos 1960, \u00e0 procura de forma\u00e7\u00f5es inexistentes ou pouco desenvolvidas no Brasil, como engenheiro de cervejaria, psic\u00f3logo, psicanalista, dem\u00f3grafo, al\u00e9m de diversas outras especializa\u00e7\u00f5es e doutorados.<\/p>\n<p>No per\u00edodo do golpe militar no Brasil, em 1964, vieram outros tantos refugiados pol\u00edticos, artistas, jogadores de futebol e\u2026 mais estudantes!<\/p>\n<p>Quando, a partir dos anos 80, na sequ\u00eancia das mudan\u00e7as pol\u00edticas no Brasil esta primeira onda de imigra\u00e7\u00e3o voltou \u201cpara casa\u201d, generalizou-se a ideia de que a B\u00e9lgica era um ref\u00fagio, aberto aos brasileiros.<\/p>\n<p>O tempo, a dist\u00e2ncia, o desconhecimento e a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica sempre t\u00e3o inst\u00e1vel e dura, transformou esse conceito em sonho e possibilidade de uma vida melhor para muitas pessoas.<\/p>\n<p>Aliado a isso, o fato de o brasileiro n\u00e3o precisar de visto para entrar no \u201cEspa\u00e7o Schengen\u201d, contrariamente a todas as dificuldades para se conseguir um visto para os EUA, &#8211; sonho de uma outra gera\u00e7\u00e3o de brasileiros- a B\u00e9lgica aparece como um destino privilegiado, principalmente ap\u00f3s a crise que derrubou a economia portuguesa.<\/p>\n<p>O Brasil sempre foi um pa\u00eds tradicional de imigra\u00e7\u00e3o, mas pela primeira vez na sua hist\u00f3ria est\u00e1 passando pelo processo chamado de \u201cmigra\u00e7\u00e3o negativa\u201d. Pelo menos quatro milh\u00f5es de brasileiros emigraram nos \u00faltimos anos, principalmente a partir de 2005.<\/p>\n<p>A B\u00e9lgica, de acordo com as informa\u00e7\u00f5es oficiais, tem uma popula\u00e7\u00e3o de 11.267.910 habitantes (01\/01\/2016).<\/p>\n<p>Destes, 1255.270 &#8211; cerca de 11% do total da popula\u00e7\u00e3o residente na B\u00e9lgica &#8211; s\u00e3o estrangeiros, oriundos de outros pa\u00edses europeus em sua grande maioria (68%).<\/p>\n<ul>\n<li>7% s\u00e3o de outros pa\u00edses europeus, sendo a Turquia o principal pa\u00eds de origem.<\/li>\n<li>8% s\u00e3o de um pa\u00eds Africano do Norte, com uma grande maioria origin\u00e1ria do Marrocos.<\/li>\n<li>6,5% vem de um pa\u00edses africanos &#8211; R.D.Congo como a mais significativa.<\/li>\n<li>7% v\u00eam de um pa\u00eds asi\u00e1tico, principalmente da China e \u00cdndia<\/li>\n<li>2% s\u00e3o de um pa\u00eds latino-americano, principalmente do Brasil<\/li>\n<li>1,5% da Am\u00e9rica do Norte<\/li>\n<\/ul>\n<p>Somos hoje 3.949 brasileiros legalmente inscritos nas \u201cCommunes Belges\u201d al\u00e9m das 3.000 pessoas que s\u00e3o naturalizadas belgas e\/ou outras.<\/p>\n<p>Oficialmente ent\u00e3o, somos quase 7 mil mas\u2026<\/p>\n<p>Segundo estimativa do Minist\u00e9rio da Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, somos hoje uma popula\u00e7\u00e3o variando entre 40 a 50 mil pessoas, o equivalente a mais ou menos 0,4% do total da popula\u00e7\u00e3o belga.<\/p>\n<p>Um gr\u00e3ozinho de areia, sem d\u00favida, mas um gr\u00e3ozinho de areia bem quentinho, bem tropical, que come\u00e7a a aparecer, a fazer hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Temos empres\u00e1rios, artistas, jornalistas, executivos, m\u00e9dicos, cientistas e gente, simples e muita batalhadora!<\/p>\n<p>Nos falta talvez ainda um representante pol\u00edtico correto que represente essa comunidade que n\u00e3o p\u00e1ra de crescer e cujos filhos est\u00e3o aqui, estudando e crescendo como pessoas \u00edntegras e integradas!<\/p>\n<p>Com certeza, nosso \u201cBB\u201d &#8211; B\u00e9lgica\/Brasil &#8211; \u00e9 uma mistura que d\u00e1 certo!<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo n\u00famero, come\u00e7aremos nossa pequena viagem ao mundo \u201cBB\u201d das artes!<\/p>\n<p>Encontro voc\u00eas l\u00e1\u2026<\/p>\n<p>Grande beijo e at\u00e9!!!<\/p>\n<p>Para quem quiser descobrir alguns dos artistas mencionados nesta mat\u00e9ria, eis os links:<\/p>\n<h3>Magdalena Tagliaferro<\/h3>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TwWHdKxc4fY\" width=\"650\" height=\"366\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h3>Villa-Lobos<\/h3>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/b7jmWGeA8iE\" width=\"650\" height=\"366\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h3>Fontes<\/h3>\n<ul>\n<li>Centre pour l&rsquo;Egalit\u00e9 des Chances, Migration, rapport annuel 2012, p. 28 et suivantes<\/li>\n<li>Estudo da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional para as Migra\u00e7\u00f5es -OIM<\/li>\n<li>Estudo realizado pela Universidade Livre de Bruxelas<\/li>\n<li>Brasil e B\u00e9lgica &#8211; cinco s\u00e9culos de conex\u00f5es e intera\u00e7\u00f5es<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"hrule clearfix\"><\/div>\n<p>Cet article a \u00e9t\u00e9 initialement publi\u00e9 dans la revue <a href=\"http:\/\/www.revistaemigrar.com\/\" target=\"_blank\">Revista Emigrar<\/a><\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-2'  data-version='5.12.70'><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>A lire aussi<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/01\/28\/inhotim-plus-grand-centre-dart-contemporain-plein-air-planete\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/inhotim-bolas-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/01\/28\/inhotim-plus-grand-centre-dart-contemporain-plein-air-planete\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> INHOTIM, le plus grand centre d\u2019art contemporain en plein air sur la plan\u00e8te!  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" ><\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/06\/01\/ponto-de-partida\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Revista-Emigrar-ponto-de-partida-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/06\/01\/ponto-de-partida\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> Ponto de partida  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >Aproximadamente 5.870 dias\u2026 N\u00e3o parece muito mas l\u00e1 se v\u00e3o 16 anos vividos neste lindo e agrad\u00e1vel Reino chamado B\u00e9lgica, localizado na Europa Ocidental, fronteira cultural entre a Europa germ\u00e2nica e ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/04\/01\/e-os-brasileiros-quando-foi-descobriram-a-belgica\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/typus-orbis-terrarum-Abraham-Ortelius-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2017\/04\/01\/e-os-brasileiros-quando-foi-descobriram-a-belgica\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> E os Brasileiros, quando foi que \u201cdescobriram\u201d a B\u00e9lgica?  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >O mapa do Brasil s\u00f3 ganhou \u201cvida oficial\u201d na segunda metade do s\u00e9culo XVI, atrav\u00e9s do trabalho conjunto do matem\u00e1tico Gerardus Mercator (Rupelmonde \/ B\u00e9lgica, 1512 - Duisbourg \/Alemanha, 1594) e do ca...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/08\/08\/lacos-estreitos-relacoes-pacificas\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Revista-Emigrar-la\u00e7os-estreitos-la\u00e7os-pacificas-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/08\/08\/lacos-estreitos-relacoes-pacificas\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> La\u00e7os estreitos, rela\u00e7\u00f5es pac\u00edficas!  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >Rela\u00e7\u00f5es\u00a0pessoais\r\nDeixando ainda em suspenso nossa quest\u00e3o sobre quem ter\u00e1 sido o primeiro brasileiro a pisar em terras belgas, vamos explorar mais um pouquinho alguns aspectos curiosos dos belgas em...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"relatedthumb yuzo-list  \" style=\"\"  >  \n\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/11\/01\/a-belgica-no-rio-de-janeiro\/\" class=\"image-list\"  >\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t <div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/www.pitanga.be\/pta\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Teatro-Municipal-Rio-de-Janeiro-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 130px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size:  cover;  \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t  <a  class=\"link-list yuzo__text--title\" href=\"https:\/\/www.pitanga.be\/index.php\/2016\/11\/01\/a-belgica-no-rio-de-janeiro\/\" style=\"font-size:16px;font-weight:bold;;line-height:24px;\"> A B\u00e9lgica no Rio de Janeiro  <\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"yuzo_text\" style=\"font-size:12px;\" >Voc\u00ea \u00e9 do Rio de Janeiro? Sen\u00e3o, voc\u00ea conhece o Rio?\r\nSabemos, s\u00e3o in\u00fameras, tanto e t\u00e3o maravilhosamente descritas as suas belezas naturais!\r\nMontanhas, c\u00e9u, sol, mar\u2026 tudo reunido pela m\u00e3e-natureza ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t   \n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/div> <style>\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb { background: !important; -webkit-transition: background 0.2s linear; -moz-transition: background 0.2s linear; -o-transition: background 0.2s linear; transition: background 0.2s linear;;color:!important; }\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb:hover{background:#ffffff !important;color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .yuzo_text {color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb:hover .yuzo_text {color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb a{color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb a:hover{color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb:hover a{ color:!important;}\n\t\t\t\t\t\t.yuzo_related_post .relatedthumb{  margin: 2px  0px  2px  0px;   padding: 8px  5px  8px  5px;  }\n\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t<\/style>  <!-- End Yuzo :) --><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content --><div class=\"speaker-mute footnotes_reference_container\"> <div class=\"footnote_container_prepare\"><p><span role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_reference_container_label pointer\" onclick=\"footnote_expand_collapse_reference_container_512_1();\">Notes<\/span><span role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_reference_container_collapse_button\" style=\"display: none;\" onclick=\"footnote_expand_collapse_reference_container_512_1();\">[<a id=\"footnote_reference_container_collapse_button_512_1\">+<\/a>]<\/span><\/p><\/div> <div id=\"footnote_references_container_512_1\" style=\"\"><table class=\"footnotes_table footnote-reference-container\"><caption class=\"accessibility\">Notes<\/caption> <tbody> \r\n\r\n<tr class=\"footnotes_plugin_reference_row\"> <th scope=\"row\" class=\"footnote_plugin_index_combi pointer\"  onclick=\"footnote_moveToAnchor_512_1('footnote_plugin_tooltip_512_1_1');\"><a id=\"footnote_plugin_reference_512_1_1\" class=\"footnote_backlink\"><span class=\"footnote_index_arrow\">&#8593;<\/span>1<\/a><\/th> <td class=\"footnote_plugin_text\">Bulletin des Archives d\u2019Anvers, 5, 264<\/td><\/tr>\r\n\r\n<tr class=\"footnotes_plugin_reference_row\"> <th scope=\"row\" class=\"footnote_plugin_index_combi pointer\"  onclick=\"footnote_moveToAnchor_512_1('footnote_plugin_tooltip_512_1_2');\"><a id=\"footnote_plugin_reference_512_1_2\" class=\"footnote_backlink\"><span class=\"footnote_index_arrow\">&#8593;<\/span>2<\/a><\/th> <td class=\"footnote_plugin_text\">Le Carillon, 28.02.1914<\/td><\/tr>\r\n\r\n <\/tbody> <\/table> <\/div><\/div><script type=\"text\/javascript\"> function footnote_expand_reference_container_512_1() { jQuery('#footnote_references_container_512_1').show(); jQuery('#footnote_reference_container_collapse_button_512_1').text('\u2212'); } function footnote_collapse_reference_container_512_1() { jQuery('#footnote_references_container_512_1').hide(); jQuery('#footnote_reference_container_collapse_button_512_1').text('+'); } function footnote_expand_collapse_reference_container_512_1() { if (jQuery('#footnote_references_container_512_1').is(':hidden')) { footnote_expand_reference_container_512_1(); } else { footnote_collapse_reference_container_512_1(); } } function footnote_moveToReference_512_1(p_str_TargetID) { footnote_expand_reference_container_512_1(); var l_obj_Target = jQuery('#' + p_str_TargetID); if (l_obj_Target.length) { jQuery( 'html, body' ).delay( 0 ); jQuery('html, body').animate({ scrollTop: l_obj_Target.offset().top - window.innerHeight * 0.2 }, 380); } } function footnote_moveToAnchor_512_1(p_str_TargetID) { footnote_expand_reference_container_512_1(); var l_obj_Target = jQuery('#' + p_str_TargetID); if (l_obj_Target.length) { jQuery( 'html, body' ).delay( 0 ); jQuery('html, body').animate({ scrollTop: l_obj_Target.offset().top - window.innerHeight * 0.2 }, 380); } }<\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito tempo se passou desde que um primeiro papagaio verde foi colocado \u00e0 venda em uma feira em Antu\u00e9rpia, como nos mostra o quadro de Joachim Beuckelaer, datado de 1566. 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